segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

CGADB demora a publicar a lista final das inscrições para a eleição


As inscrições para votar na próxima eleição da Mesa Diretora da CGADB encerraram-se no dia 30 de novembro. Desde então passaram-se já 19 dias, com duas parciais publicadas, sem que os números finais de inscritos com os respectivos nomes sejam conhecidos. Com a tecnologia que hoje dispomos fica difícil entender porque tanto atraso. 

É certo que nos acordos firmados para a extinção dos processos judiciais decidiu-se que as partes envolvidas na eleição teriam acesso a todos os dados das inscrições, inclusive conciliação bancária e aos acordos de parcelamento das anuidades de associados inadimplentes para que houvesse toda transparência necessária ao processo. 

Ainda assim, com os meus parcos conhecimentos, parece-me que tal processo está demorando além do normal até porque cada inscrito, para entrar com recurso contra possível omissão de seu nome, precisa saber se este consta da lista, o que só ocorrerá, quando ela for publicada de forma definitiva com os nomes de todos os inscritos. Só espero que não se ponha outro jabuti na árvore, com todas as consequências que já conhecemos.

Mesmo com toda a demora, sabemos pela segunda parcial que pelo menos cerca de 31 mil ministros estarão aptos a votar, no dia 9 de abril de 2017, naqueles que entendam devam conduzir a CGADB pelo próximos quatro anos. É o maior número em toda a história da instituição, embora ela tenha cerca de 91 mil inscritos. 

A grande diferença é que desta vez a eleição será online. O ministro poderá votar de onde quiser ou estiver com um smartphone, tablet ou mesmo desktop. Só não entendo porque os associados tiveram de pagar para votar. O princípio legal é que lhes assiste esse direito, sem qualquer ônus, a não ser o pagamento das anuidades.

Mas convém fazer, aqui, algumas considerações rápidas:

1) A Comissão Eleitoral, à luz do Estatuto e Regimento Interno, não montará nenhuma estrutura física em qualquer lugar do país, com seções, urnas ou desktops para a votação, a não ser naqueles casos previstos na legislação pertinente. Qualquer coisa do gênero ou parecida que venha a ser montada deve ser denunciada por colidir com a norma estabelecida.

2) Alega-se que as pessoas idosas terão dificuldades de usar um desses equipamentos para votar por não terem "traquejo" suficiente com as ferramentas da internet. Pode até ser, mas conheço muitas pessoas da terceira idade que não têm dificuldade alguma. Ainda assim não se trata de empecilho. Qualquer filho, neto ou bisneto mexe com essas "bugigangas", assim como mexemos com terra. É só pedir a um deles auxílio sem precisar buscar ajuda em qualquer "polo", onde poder-se-á correr o risco de ter o voto manipulado.

3) O voto de qualquer associado regularmente inscrito, seja ele pastor do interior, jubilado, missionário ou dirigente de congregação vale tanto quanto o do pastor presidente ou da grande cidade. Portanto, vote com a sua consciência naqueles acerca dos quais foi convencido serem os mais adequados para essa nova quadra da administração da CGADB.

4) Por último, como sempre informo, embora a eleição seja cargo a cargo, o meu voto será dado aos candidatos ligados ao pastor Samuel Câmara, à exceção do 4Vice-Presidente. Neste caso votarei no pastor Temóteo Ramos de Oliveira, presidente da CONFRADERJ - Convenção Estadual da qual faço parte, no Rio de Janeiro.

As razões do meu voto serão proferidas noutra postagem.

Um comentário:

Janio Camargo disse...

Conheço pastor que não fez a inscrição e a mesma foi feita .